Chez Beebs |
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sexta-feira, janeiro 31, 2003
Passou um pouco o tumulto. Nada como amorzinho, família e pizza. *** Ainda não consegui uma audiência com Sua Majestade, por isso não tomei minha comida diária. É, sou como o bobo da côrte, eu acho. *** Recebi um e-mail da Associação dos Ex-Alunos da ESPM. Fiquei com vontade de aparecer lá no bar pra ver se tem alguém conhecido ou só um bando de velhotes engravatados. quinta-feira, janeiro 30, 2003
"Venha logo, meu amado princípe, montado num fantástico cavalo verde, e me tire deste pesadelo de fundo do poço!" quarta-feira, janeiro 29, 2003
[ Do Guia dos Sebos das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, nota dos editores ] Al-Farabi (872-950) foi um filósofo muçulmano, nascido no Turquestão, que viveu em Bagdá e que, por seus conhecimentos e reputação de grande leitor, emprestou seu nome aos livros e documentos antigos ou velhos de pouco préstimo ou valiosos, raros ou comuns. Alfarrabistas são, portanto, os comerciantes desses livros, cujas lojas, no Brasil, são conhecidas como "sebos", termo que popularmente parece estar relacionado à aparência já manuseada e, por isso, "ensebada" das obras ali vendidas. Há quem diga que o nome "sebo" vem do tempo em que não havia luz elétrica e as pessoas liam à luz de velas, feitas de sebo, sujando e engordurando os livros. Foi o escritor Josué Montello quem nos chamou a atenção para o fato de que esta palavra - sebo - também tem todos os indícios de estar ligada, por uma derivação analógica, ao substantivo "sebenta", que significa "apostila", "apontamentos de aula", e que se explica por uma etimologia igualmente popular, devido ao aspecto bastante usado de tais apostilas. Mas, segundo afirmação de Silveira Bueno em seu Grande Dicionário Etimológico Prosódico da Língua Portuguesa, a verdadeira origem da palavra "sebenta" é muito outra, por contração, e dela pode-se depreender uma origem possível para "sebo", como designação do local onde se vendem sebentas, livros e documentos. "Do part. pres. sapiente se fizeram várias derivadas: sabença (sapientia), sabente e desta forma sabentar-se em espanhol, asabentar em provençal, catalão, correspondendo ao ital. insaventire, tornar-se sábio, erudir-se, instruir-se, donde o português arcaico assabentar, sabentar. Desta forma verbal saiu sabenta, a apostila, o conjunto de lições, explicações de aulas. Houve assimilação de a e e (sebenta) já sob a influência dos adjetivos sebento, sebenta. Assim, sebenta nada tem que ver com com sebenta de sebo, mas queria dizer: a obra, a coleção de notas de classe que tornava o estudante mais preparado, mais sábio." Explicar-se-iam, assim, as expressões de uso corrente como "metido a sebo", e também "caga-sebo", uma referência depreciativa a pessoas que afetam saber com arrogência. (Uso corrente?) segunda-feira, janeiro 27, 2003
De quando Iemanjá novamente escutou Catifunda A lavoura de cacau pedia trégua. A fazenda Monjolinho já não agüentava mais tanta devastação e pedia clemência da vassoura de bruxa. Da mesma forma que a cidade inteira pedia alguma solução. Enquanto coronel Mostarda especulava na capital alguma forma lucrativa de negociar a venda da sua propriedade, Catifunda apelava para que Iemanjá mandasse embora aquela maldição. Com os homens sem dinheiro, ela e suas cabritas não tinham futuro. O corrimento estava sendo substituido pelo desânimo. As carolas seriam as únicas felizes, porque só elas dão valor para a tristeza. Até o paciente Abdula foi visto chutando um binóculo e gritando para a poeira que se levantava na frente da venda: - Ô, Bee-Bee? O cabra tinha enlouquecido. Não havia mais o cheiro de sushi saindo das janelas. A praga extinguiu também a possibilidade de possuir alga nas despensas. Não havia lugar nem mais para o asco. Foi assim até o dia em que viram Catifunda chafurdar. Era o sinal. Sempre que Iemanjá a ouvia, isso se repetia. Dito e feito. Em um mês a praga abandonava a cidade, a fazenda Monjolinho e os pesadelos de Catifunda, que - depois de ser ouvida -, resolveu toda noite em total corrimento, dançar e exibir sua dengosa teta na frente da igreja, sem ligar para a oculta ameaça de uma baioneta. Texto 2, do "Gerador de Textos do Jorge Amado" sexta-feira, janeiro 24, 2003
Eu vejo os seus posts no dia certo, vejo o blog da Mica e o da Paty. Seu computador está bichado. *** Acabou de rolar uma festinha aqui no escritório. Pãozinho de presunto e queijo, bolo, beijinho e brigadeiro. Pra finalizar, coca light (hahaha). Essas festinhas são sempre engraçadas, depois que os Diretores se retiram. O povo se empolga e fica tirando foto digital. uma pior que a outra. *** Patrícia, você não se manifestou até agora. Desencanei de você. Ontem eu trabalhei até meia-noite e pouco. E acabou a luz por uns 2 minutos aqui. Não queria ficar aqui no escuro, porque tem havido coisas. A gente ouve barulho de interruptor, as portas se abrem e se fecham sozinhas, algumas pessoas já viram vultos. Eu, hein! quinta-feira, janeiro 23, 2003
- Ensaboa, Mulata, ensaboa. Ensaboa! - Tô ensaboando!!! *** Trabalhando até agora. Nhé. Mas amanhã não vai ter jeito, vou sair correndo daqui às 7 em ponto. quarta-feira, janeiro 22, 2003
Eco! Não tem jeito de eu me acostumar com essa claridade cinza. Dia meio chato, não vejo a hora de sair daqui. Tô com saudade da Pri, da Paty, do Pôlo, da Déia, do Saka, e de mais outras pessoinhas. terça-feira, janeiro 21, 2003
[ Meus brinquedos 2] Tinha também essas geladeirinhas com várias tranqueiras dentro (mini-tudo, de leite a alface), Barbies e Suzies, Moranguinhos & Cia., muitas panelinhas, de todos os materiais e tamanhos (plástico, madeira, alumínio, até um jogo grande com carinhas), apetrechos das Barbies e Moranguinhos (Academia, Salão de Beleza, Churrasqueira, Barbie Face, Charretinha da Moranguinho, Confeitaria e Casinha de Campo). Minha irmã tinha uma lanchonete do Mc Donald's. Mas eu também brincava de pular corda, pular elástico, fazer guerrinha de lama, brincar na chuva, pega-pega, jogar bola etc. Não acho indigno tomar conta da casa e dos filhos, mesmo porque em muitos casos dá muito mais trabalho do que certos empregos. Mas também concordo que os brinquedos de meninas eram todos um espelho da dona de casa, e tinha coisa que não "ficava bem" menina fazer. Já os meninos podiam qualquer coisa. Nesse sentido, tivemos sorte lá em casa porque ninguém enchia o saco. A gente podia fazer qualquer coisa, até andar de biblicleta na cozinha, desmontar a sala pra fazer cabaninha... *saudade* [ Meus brinquedos ] Dei quase todos. Fiquei com uma dúzia que nunca mais na vida encontro igual: [ + ] Uma Mônica e um Cebolinha de plástico, que eram da minha mãe e da minha tia (feinhos, toscos, tem até na Benedito). [ + ] Playpark (ou Playparque): parquinho desmontável com vários quadradinhos que têm engrenagens. Um deles tem uma manivela, e todos os brinquedos giram. [ + ] Um saco com vários quebra-cabeças que nenhuma criança ia querer. Numa tarde tediosa e chuvosa na praia vou tentar montar algum. [ + ] Alguns jogos (Academia, 6 super jogos, Domínio, Top Letras) [ + ] Cadete Melodia: era um militarzinho que funcionava com bateria, e tinha letras na barriga. Tinha também uns cartões com sequências de letras, e daí apertando as mesmas dava pra tocar musiquinhas (se não funcionar mais vou jogar fora). [ + ] Um fogãozinho que cozinha de verdade com lâmpadas. Devia ser caríssimo. Ganhei da filha do dono das Lojas Nippon, que estudou comigo no jardim de infância e foi minha amiga por muitos anos ainda. [ + ] Um joguinho que eu nunca soube o nome: são quatro hipopótamos que você fica apertando o rabo freneticamente e eles engolem bolinhas de plástico. [ + ] Ferrovia do Snoopy. [ + ] Um ursinho amarelo com nariz quebrado que ganhei quando fiz um ano e dormi com ele por muito tempo. [ + ] Uma bonequinha que minha tia comprou na Espanha (dessas com roupinha típica). [ + ] Pega-Peixe (mas acho que vou desistir de ficar com esse). [ + ] Joguinho de montar cidades, de madeira, como não se faz mais. [ + ] Um projetor de slides da Disney que passava tirinhas. Não sei se ainda funciona, mas vou testar. Adorava levá-lo para a chácara dos meus avós, porque não tinha nada pra fazer de noite. O resto todo mandei embora. Um monte de bonecas caras (que batiam palminha, nadavam, choravam, cachorrinho que andava e fazia pipi - era esse o nome dele -, outras não faziam nada). Eu já demonstrava que seria uma mulher moderna, pois colocava fraldas descartáveis nas bonecas. Um monte de bonecas mais simples (Emília, Pepa, sei lá os outros nomes). E um sem número de bichinhos de pelúcia. No meu quarto ainda tem alguns, que por enquanto ficam na estante, além daquele urso enorme que fica na minha cama, e custou muito caro pra ele. É claro que você ia me convidar. Soube disto desde o primeiro minuto. E você ia gostar com mais suco porque você é fraquinha. Só fica bêbada em formaturas, jogando gelo dentro do vestido. segunda-feira, janeiro 20, 2003
Sabe aquele disco Chico e Betânia? E aquela música: Olá, como vai? Eu vou indo e você tudo bem... Pois é, hoje ouvi essa música com o Fagner. É absurda de horrível. Daquelas que dá vontade de atirar o rádio longe. Tem uns cantores que cometeram "gafes" desse tipo e talvez nem se arrependam. E se eu fosse cantora ia pedir umas várias opiniões antes de fazer coisas estranhas. Pra não ficar parecendo a Gal, ou o João Bosco. quinta-feira, janeiro 16, 2003
![]() 25/dezembro/2002 Por: Alicia Assine Há cerca de dois anos, a então efervescente Nova York foi tomada por uma invasão pink. Calma! Não se tratou de nenhuma aparição dos E.T's do Planeta Tuttifrutti que você deixou de ficar sabendo. Nada disso. Por onde quer que se andasse, os bares mostravam-se repletos de homens e mulheres com idade na faixa dos 30. Debruçavam-se sobre os balcões, lançando-se avidamente aos seus pedidos, muitos deles reiterados. Martini, Manhattan, Bellini - sempre chiques e na moda - e, principalmente, o drinque que se tornava mania entre os descolados: o Cosmopolitan. De lá para cá, o Cosmo, como é chamado pelos íntimos, arrematou fãs pelos quatro cantos a ponto de ser incluído no rol dos clássicos. Dizem que foi a atriz Sarah Jessica Parker que lançou moda: seu personagem no seriado "Sex and the City" passava as noites caçando pretendentes e bebericando o coquetel. A musa pop Madonna também declarou certa vez que o Cosmopolitan era seu drinque favorito - e isso já bastaria para consagrá-lo, especialmente junto ao público americano, que adora imitar as preferências de suas celebridades. A verdade é que, independente de quem esteja por trás do copo, o conteúdo se mostra realmente muito bom. Nem muito doce, nem muito seco, possui um cítrico extremamente agradável e ótimo equilíbrio em seus ingredientes. Sua cor, em tonalidade rósea, e bela apresentação, despertam a curiosidade e conduzem inevitavelmente à primeira das muitas prováveis degustações. Como raramente acontece, é um coquetel que agrada tanto aos homens quanto às mulheres. Confira abaixo a receita da versão clássica: Ingredientes 2 partes de vodka 1 parte de Cointreau 1 parte de suco de cranberry ½ parte de suco de limão Preparo Misture os ingredientes na coqueteleira com duas pedras de gelo e sirva em taça short drink. Decore com uma casca de laranja ou limão. Dica Se a intenção for preparar uma versão mais "light", diminua as partes de vodka e compense no suco. (Fala sério...) Se eu fosse você tirava aquela caixinha de comentários do seu blog. *** Ontem revi Cinema Paradiso. Fazia muitos anos que eu tinha assitido. E nunca tinha reparado na trilha. *** Fim de semana eu só quero piscina e churrrasco. quarta-feira, janeiro 15, 2003
Amanhã vou a uma audiência. Nunca fui a nenhuma, e só o que conheço delas é pelos filmes americanos. Na verdade, nem sei se vou ser chamada para testemunhar, mas sou obrigada a ir. Estou muito curiosa pra saber o final da história. terça-feira, janeiro 14, 2003
Procurar casa pra mudar dá MUITO trabalho. *** Eu definitivamente não me dou bem como deveria com computadores em geral. *** Hoje é aniversário do Jorge. *** Queria ir assistir O Grande Ditador. segunda-feira, janeiro 13, 2003
Estou trabalhando em outra sala enquanto uso o scanner. O computador fica de frente para a janela, que fica de frente para outra janela, a do prédio vizinho. A mulher que está naquela sala parece muito com a fofa que roubou a empresa. Cabelo parecido, nariz, óculos. Já pensou? Algo como Janela Indiscreta corporativo? Acho que ela é arquiteta. *** Eu queria ficar enrolando aqui nessa sala, queria ter muita coisa pra escanear e não precisar voltar pra minha mesa. Não é que eu não queira trabalhar. Quer dizer, na verdade não quero mesmo. Essa claridade cinza é tão ruim. Dá dor de cabeça, preguiça, sono... *** Às vezes penso que eu não nasci mesmo pra ter chefe. Ia me dar muito bem trabalhando pra mim mesma, mas o difícil é ganhar alguma grana assim. Se desse só pra viver do Coral e outras coisinhas do gênero... E nem estou falando de coisas como acordar cedo e sair tarde do escritório. Não gosto de me reportar a uma pessoa, ainda mais quando não consigo respeitá-la. Acho que eu nasci pra mandar mesmo. Mica, eu também não vi Edifício Master. *** Sabe quando tudo dá errado? Então... *** Quem me viu na sexta-feira pós-expediente teve um vislumbre do que posso ser de mau humor. Sem guarda-chuva e usando uma batinha branca com florzinhas, caminhei na chuva até o ponto do ônibus, que não era coberto e muito menos as imediações. Nessa caminhada, torci o pé e minha sandália, que curiosamente não era vagabunda, arrebentou, pisei na terra e minha calça boca-de-sino ficou encharcada. O ônibus estava lotado sem motivo aparente, pois já eram quase 9 horas da noite. Quando cheguei ao bar que me foi indicado, não vi ninguém porque não era naquele bar, era no bar ao lado, mas meu querido amoreco se enganou. Depois de uns 3 chops e um sanduíche de filé mignon com queijo, comecei a falar as primeiras palavras livres-de-ódio desde que tinha chegado. Ufa, passou. sexta-feira, janeiro 10, 2003
A Spoonful of Sugar In ev'ry job that must be done There is an element of fun you find the fun and snap! The job's a game And ev'ry task you undertake Becomes a piece of cake A lark! Aspree! It's very clear to me That a... Spoonful of sugar helps the medicine go down The medicine go down-wown The medicine go down Just a spoonful of sugar helps the medicine go down In a most delightful way A robin feathering his nest Has very little time to rest While gathering his Bits of twine and twig Though quite intent in his pursuit He has a merry tune to toot He knows a song Will move the job along For a... Spoonful of sugar helps the medicine go down The medicine go down-wown The medicine go down Just a spoonful of sugar helps the medicine go down In a most delightful way Amanhã quero muito sol, piscina e preguiça. *** Mudança. É disso que eu preciso. *** Pôlo, não demora não. *** Lilo & Stitch rules. [ A palavra da vez é... ] ...resignação. Não é preguiça nem medo, é descobrir que não tem jeito mesmo. quarta-feira, janeiro 08, 2003
Fazia tempo que eu não conversava tanto com a Cosen. E vi o China. Quem não foi perdeu. Tava muito engraçado. Tó Vivi. Era o último da loja. (Enquanto o beicinho do Bob fica tremendo, Vivi começa a ter convulsões e cai no chão, babando). Sabe uma coisa que me deixa puta? É quando eu estou em algum lugar à noite, assim como ontem no Genuíno, e começa a me dar muito sono, eu vou ficando meio mole, daí chego em casa e me arrumo correndo pra dormir. Mas é só deitar na cama que todo o sono desaparece, fico parecendo uma coruja, fritando por um tempo que parece eterno. Eu queria ser um pouco como a Kaori, que não precisa nem encostar e já dorme. Só que não com aquele sono pesado. Coitado do Luis, ela quase bate nele quando ele vai acordá-la, mesmo que seja pra ir dormir na cama, mais gostosinho. É João, eu também estou com espírito de maria-paninho e cheia de vontade de arumação. Minha mãe já cansou de me intimar para dar um jeito na montanha de livros que se acumula lá em casa. Tem vários livros da época da escola, e agora não tenho mais escapatória. Um montão de livros (didáticos) eu vou doar pra biblioteca pública que tem perto de casa. Mas não quero me desfazer dadaqueles com as historinhas bobas. Em dezembro já me desfiz de roupas e sapatos. Agora preciso reservar um final de semana para ir pro sítio ver os brinquedos. Isso é uma coisa que eu não posso reclamar. Minha mãe sempre perguntou pra gente o que podia e o que não podia dar. Uma vez eu descobri que ela tinha dado um pianinho meu em forma de dinossauro. O negócio nem tocava mais, só que quando eu descobri falei que nunca ia perdoá-la por isso. segunda-feira, janeiro 06, 2003
HAHAHA... Mas é uma vadia mesmo! Nem pra sentar direito... [ Mariah Carey dá entrevista sem calcinha em TV americana ] Em entrevista a um programa de TV de Minnesota, nos EUA, a cantora Mariah Carey foi flagrada sem calcinha sob a mini-saia que vestia. Os produtores do programa do apresentador Pat Evans, transmitido para todo o país, decidiram deixar de fora da edição closes que poderiam ser ofensivos de Carey se mexendo em sua cadeira e deixando sua virilha descoberta. As informações são do site Infobeat. Eu estou com um súbito ataque de vontade de ler. Ficar lendo o dia inteiro pra acabar mais rápido cada livro e poder pegar outro logo. Pena que preciso ficar por aqui, fingindo que trabalho. Eu adoro a Livraria Cultura. Mesmo sendo confusa pra achar as coisas e bem mais cara do que a média das outras livrarias. Dá vontade de comprar várias coisas, mas sempre acabo saindo de lá com poucas aquisições. sexta-feira, janeiro 03, 2003
Meu final de ano foi até melhor do que eu esperava. Porque gostar mesmo de Natal, não dá mais. A gente gosta de Natal enquanto é criança, ganha muitos presentes e brinca com eles. Depois que fica "grande" os parentes não sentem mais dó de chegar com as mãos abanando. E convenhamos, os últimos, sei lá, 10 anos, não foram muito propícios para se gastar dinheiro. Mas eu ganhei muitos presentes, e todos bem legais. Talvez eu volte a gostar de Natal quando tiver filhos, ou sobrinhos. *** Como muitas outras pessoas, também não vou fazer retrospectiva de 2002. E menos ainda fazer promessas para 2003. Isso tudo é bobagem porque no fim a gente não faz nada mesmo, não muda porcaria nenhuma. E se muda, faz de má vontade só porque tinha prometido. Tem coisinhas que eu quero diferentes sim, mas eu já queria e elas só vão ser diferentes se tiver condições para isso. Se não vai ser tudo igual, porque também não dá pra reclamar. quinta-feira, janeiro 02, 2003
Não vou escrever como estou cansada, nem como minha coluna está me matando, muito menos como me dói o coração saber que amanhã volto ao trabalho (em plena sexta-feira!!!!!!!!!!). Hoje levei uma "bronca" por conta de coisinhas desse tipo. |