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quarta-feira, março 31, 2004
segunda-feira, março 29, 2004
Então, resolvi passar por aqui por dois motivos: 1 - já faz um mês; 2 - a Paty pediu. Pronto, já passei. Infelizmente o tempo é curto, até pra pensar. quarta-feira, março 03, 2004
Games deixam crianças violentas e gordas, afirmam especialistas 01/03/04 17:37 Por Peter Starck ESTOCOLMO (Reuters) - Videogames podem tornar as crianças gordas e, no caso de jogos violentos, agressivas e até com comportamento criminoso, afirmaram especialistas suecos na segunda-feira. A indústria do videogame, estimada em 10 bilhões de dólares nos Estados Unidos, é dominada por Sony, Microsoft e Nintendo, no lado do hardware, e tem Electronic Arts, Nintendo, Activision e Take-Two Interactive Software entre os principais fornecedores de títulos. O game Grand Theft Auto, da produtora Rockstar, da Take-Two, considerado como "horrendo" pelo ex-candidato democrata à presidência dos EUA Joseph Lieberman, está entre os títulos citados por um documentário de televisão sueco sobre o papel dos videogames em crimes violentos cometidos por jovens. "É preocupante porque eles (jogadores) estão repetindo padrões de comportamento que podem tirá-los da vida real", afirmou Michael Rich, membro da Academia Americana de Pediatria que estudou o efeito do entretenimento eletrônico sobre a saúde física e mental das crianças, no documentário de 45 minutos "Deadly Game". A exibição prévia do filme na segunda-feira foi seguida por um debate que concluiu que descobertas científicas sobre os efeitos dos videogames, se houver alguma, são escassas. "Mas foi provado, além de qualquer dúvida, que pessoas que assistem a muita violência na televisão desenvolvem comportamento agressivo", afirmou Frank Lindblad, psiquiatra infantil do Instituto Karolinska, da Suécia. "Eles correm um alto risco de comportamento criminoso... há vários (estudiosos) que sugerem que os videogames são piores", disse o psiquiatra, citando que muitos dos jogadores tendem a se identificarem com os heróis dos jogos. "A fronteira entre a realidade virtual e o mundo real torna-se difusa e isso é perigoso", disse Lindblad. Gustav Niel-Berggren, um estudante de 16 anos que afirma passar muitas horas por dia jogando o game de polícia e bandidos Counter-Strike, não concorda com a avaliação. "Atirar em alguém em um jogo é o mesmo que marcar um gol em uma partida de futebol", disse ele, negando a tese do documentário e o temor de Lindblad de que os jovens não conseguem diferenciar a fantasia do mundo real. Elisabeth Junttila, mãe de seis filhos e chefe de uma associação sueca que promove relações mais próximas entre escolas e famílias, afirmou que algumas crianças tornam-se viciadas em videogames, gastando todo o tempo livre em frente ao computador, consumindo salgadinhos e refrigerantes. Anne Folke, co-fundadora de um grupo que tenta chamar atenção do público para o que considera efeitos daninhos dos videogames, afirmou que os jogos estão consumindo cada vez mais tempo das crianças. "Elas estão em péssima condição de saúde, comem de maneira pouco saudável, crescem gordas e sofrem insônia", afirmou Folke. |