Hoje vou "trabalhar" fora. Acho que fazia uns bons meses que eu não trabalhava de sábado.
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Pessoas que estiveram no Carnaval D'Haydee: eu quero as fotos! Logo!
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Vontade horrível de montar um apartamento. posted by Van at 12:30 p.m.
sexta-feira, fevereiro 27, 2004
"Ai, Carai! Isso me faiz um maaallll!", com sotaque português. posted by Van at 1:39 p.m.
quinta-feira, fevereiro 26, 2004
In tempo: Hoje é aniversário de mamãe e vovó. Sempre achei legal isso de as duas terem nascido no mesmo dia. posted by Van at 1:16 p.m.
Foi muito divertido. Eu estava doente no começo, não consegui comer churrasco, não deu pra fazer várias coisas que eu queria, por causa de trânsito, preguiça e muita gripe. Claro que faltava muita gente lá, gente querida que não pode ir. Mas mesmo assim foi super legal. Nem dava pra lembrar que era carnaval. Nem um único minuto de TV, sem samba, pagode ou axé, fantasias, lantejoulas, gente bêbada sem educação.
8 amigos, bebida gelada, comida boa, humor negro, muitas risadas. Quero de novo, logo.
Lemãozinho, valeu. E Seu Renato que se cuide porque o plano do sequestro de Omama continua de pé. posted by Van at 12:56 p.m.
quarta-feira, fevereiro 18, 2004
Hoje é aniversário da Micaelha. Ela não vai ler isto aqui, mas mesmo assim: Parabéns, Mica!
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Quero um bichinho chamado Arminho. posted by Van at 7:36 p.m.
Humano, Ser Eternamente Insatisfeito
Quando faz frio, a gente reclama que está congelando.
Quando faz calor, a gente reclama que está derretendo.
Quando o tempo está seco, a gente reclama que não chove.
Quando chove, a gente reclama da enchente.
Quando a gente tem dinheiro, reclama que gasta.
Quando a gente não tem dinheiro, reclama que está falido.
Quando a gente tem muita coisa pra fazer, reclama que o tempo é curto.
Quando a gente não tem nada pra fazer, reclama do tédio.
Quando a gente não tem blog, reclama pros amigos.
Qaundo a gente reclama no blog, os amigos reclamam da gente. posted by Van at 7:32 p.m.
sábado, fevereiro 14, 2004
Hoje vou virar gente: fazer depilação, pé e mão, cabelo, sobrancelha.
O problema é o saldo bancário...
Mulher, mesmo que não queira, acaba gastando muito mais do que homem. Não tem jeito. Mesmo que você não vá ao Jaques Janine e vá fazer essas coisas em lugares mais baratos, soma tudo: é uma facada! Daí, uma semana depois precisa fazer a mão de novo. Mais uma semana, a mão, o pé e a sobrancelha. Mais uma semana, a mão e a depilação. Não tem dinheiro que chegue! Além de que não dá pra fazer em qualquer lugar, tem que ser indicado.
Sei bem que os homens estão ficando mais vaidosos, com todo o direito, é claro. Fazendo plástica para tirar aquelas bolsas em volta dos olhos, alguns fazem lipo, malham, comem melhor, usam ácido retinóico, roupas e perfumes caros. Mas tem gente que é exagerada, do tipo: passam perfume no saco. Pessoas, não façam essas coisas, não pega bem. Parece que você ficou com preguiça ou não teve tempo de tomar banho. Eco! posted by Van at 11:19 a.m.
quarta-feira, fevereiro 11, 2004
Ficar velha é...
... desistir de comer um chocolate porque não enxerga na embalagem quantas calorias tem. posted by Van at 10:52 p.m.
Tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu achei que não ia aguentar. Só que ainda vem muito mais pela frente. Acabei descobrindo que sou mais forte do que imaginava. posted by Van at 10:37 p.m.
sexta-feira, fevereiro 06, 2004
Ju Louca e o Zé Pelinho - 1999
Carol Sartori, Claudinha, Loui, Paty, Pri e Van
De vodu que é meigo e morto
Do sangue que jaz no horto
Vatapá com feijoada
O seu Gorpo é dos berrantes
Dos pregos mais relaxantes
Com a cabeça na privada
Dá-se assim com a Novalgina
Da estalagem, cafetina
Antes que arranque meu prato
É a bainha dos rebentos
Das toucas sem enchimento
Dos pileques de bromato
E um neném bola de gude
Dois maços de Hollywood
E das vulvas sem abrir
Ela é um osso de verdade
E é chouriço por vontade
Vivi sente se entupir
Rouba as prega da Mimi
Rouba as prega da Mimi
Ela é estreita de apertar
É a leitoa de Paris
Ela solta muito pum
Na Tamakavi
Judia sumiu piscante
Ventre jovem fumegante
Um disforme Zé Pelinho
Cagou sobre os precipícios
Sentado sobre os ouriços
Com Doril no meu Resprim
A vida de uma empanada
Se entortou amanteigada
Tonta pra Princesa Léia
Mas no Zé Pelinho antes
Deu ciúmes galopantes
Mexendo numa colméia
Cão duvida com maldade
Do bolor da puberdade
Lesou vida do siri
Mas coço ao cortar a grama
Se a panela assim me inflama
Este boi vai te seguir
Peça a canja pra Mimi
Mas meu bode quer Mimi
Ela é estreita de apertar
É a leitoa de Paris
Ela solta muito pum
Na Tamakavi
Mas o pato e a cadela
Tão pelada e tão banguela
Revelara o pardieiro
O berreiro harmonioso
Quão gemido e gostoso
Era mesmo um cancioneiro
Apodrece uma gazela
Visco de sebo de vela
Também tinha o Carrapicho
E ao pisar tão bem no pobre
João Fernando Atílio Onofre
Siririca a mais no lixo
Ao surgir tal Teresinha
Haste das casas Bahia
Fode já meu botijão
Os seus peitos são coelhos
Um cisto nos seus pentelhos
Um vaqueiro sem culhão
Vai fedelho na Mimi
Vai fedelho na Mimi
Ela é estreita de apertar
É a leitoa de Paris
Ela solta muito pum
Na Tamakavi
Pelos cantos mais fedidos
Teus glicérios nos ouvidos
Que ela ruminou no Vasco
Nesse açoite o Rocinante
Encerou-se a todo instante
Mas também pintou o casco
Ele vem do fim da feira
Mãe, usou suas frieiras
Café coar no telhado
Na Febém acontecia
Parte de uma profecia
Com seu Zé Pelinho armado
Num cuspir meio de lado
Ela vomitou o guisado
Que é de polvo com kiwi
Mas Lego caiu na pia
E a beldade se esvaía
E manchou a lingerie
Rouba as prega da Mimi
Rompe a crosta da Mimi
Ela é estreita de apertar
É a leitoa de Paris
Ela solta muito pum
Na Tamakavi
Rouba as prega da Mimi
Rompe a crosta da Mimi
Ela é estreita de apertar
É a leitoa de Paris
Ela solta muito pum
Na Tamakavi posted by Van at 4:24 p.m.